terça-feira, 26 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Cine História
19 de Abril, dia do índio
Foi realizado na última terça feira na Universidade Veiga de Almeida o Cine História, que teve como convidados quatro índios do sul da Bahia, liderados por Arassari Pataxó.
Primeiramente foi realizada a abertura do evento com um ritual muito encantador por sinal, em agradecimento á Tupã, deus indígena. O cine história seguiu com muita harmonia e animação dos alunos, que ficaram fascinados e muito curiosos dividiam suas dúvidas com os convidados indígenas.
O documentário apresentado demonstrou a rotina da aldeia do Monte Pascoal e também a grande movimentação de turistas, atraídos pelo contato com as tribos e com a natureza.
A palestra teve como foco a importância dos índios como seres que compõem uma sociedade e como devem ser exterminados os estereótipos que ainda ocupam a mentalidade das pessoas.
“Ser índio não é ser selvagem. É ser brasileiro, é ser cidadão”. Afirma Arassari, que compartilhou conosco sua história de vida com suas dificuldades e vitórias como um verdadeiro defensor do seu povo.
Enfim, o cine história foi um sucesso e nosso principal interesse é trazer contribuições para os alunos para que a partir daí surjam duvidas, discussões e estudos profundos que completam a formação de um bom profissional.
Rosângela Dias, quinto período de História
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Coluna do Guilherme Guaral
O valor da idéias
Nesses milênios de história da humanidade foram registradas e incorporadas ao nosso imaginário, assim como em nosso cotidiano, grandes idéias, pensamentos, considerações filosóficas que ganharam espaço e poder com o curso dos acontecimentos. Grandes revoluções aconteceram de forma fulminante ou num longo processo, anexando conquistas e, sobretudo modificando hábitos, condutas, que acabaram moldando especificidades culturais, políticas, econômicas e sociais.
No campo da História das idéias, predileção dos historiadores norte-americanos, a trilha é seguida dos filósofos gregos aos atuais pós-modernos. Alguns conceitos perduram, envelhecem ou se metamorfoseiam ao longo do tempo.
Um dos exemplos dessa relação de transformação pode ser verificado pelo conceito de cidadania que empregado nas polis gregas denotava um governo plural de todos. Lógico que a palavra todos não incluía as mulheres, escravos, estrangeiros e comerciantes. Durante a Idade Média o conceito praticamente desapareceu, pois não havia espaço nem condições sociais para a sua utilização e muito menos para a sua prática.
Com os ventos humanistas apropriados pelo movimento cultural renascentista o conceito começa a ser pinçado das tradições clássicas da cultura greco-romana e volta a freqüentar os textos dos filósofos, ainda que de maneira muito tímida.
A grande explosão que coloca a palavra definitivamente na ordem do dia é o desenlace da Revolução Francesa, que tem como seus pressupostos básicos a luta pela liberdade, igualdade e fraternidade baseados no exercício da cidadania. O direito a voto, o fim das obrigações feudais, a conquista da educação pública e gratuita e o repeito a todos os indivíduos, sem exceção, se caracterizaram como bandeiras de luta de uma geração, extremamente influenciada pelos filósofos iluministas.
Muitas vezes é enorme a distância entre a teoria e a prática. Os ventos revolucionários que varreram a França no final do século XVIII é uma marca bastante visível desse caso de abuso de conceito, fora da esfera da realidade. A burguesia liderava esse movimento e mesmo arrastando consigo as classes populares, calcadas num discurso da igualdade, desejava e isso ficou nítido com suas primeiras ações, tomar o poder e se emparelhar com o clero e a nobreza, desfrutando dos mesmos privilégios que antes renegava.
E assim aos saltos, entre trancos e barrancos usam e abusam da palavra cidadania. Quando existe o interesse, principalmente dos governos ou das classes elitizadas (no viés econômico ou cultural) em se perpetuar às desigualdades sociais, lança-se no ar a palavra mágica que parece redimir todos os pecados e igualar todos os homens e mulheres: cidadania.
Aliás, no sentido atual o significado está assentado nos direitos e deveres de cada indivíduo para com o outro e principalmente em relação às leis e a ordem instituída em nível municipal, estadual e federal. A cada um de nós é cobrado um preço extorsivo em forma de taxas, impostos e penalidades. Conquistamos alguns direitos como votar, ter um salário digno, educação, saúde pública, ir e vir e liberdade de expressão. Será??????
A mediocridade dos valores morais que nos norteiam é fruto dessa apatia do pensar. Durante a Ditadura éramos proibidos. As novas gerações herdaram o vazio. Não que elas se calem, mas o que nossos jovens andam dizendo e pensando? Cada vez mais cedo meninos e meninas começam a fumar, beber e ter relações sexuais. Se você duvida é só sair nas noites da cidade e perceber esse fenômeno. Entre rocks, funks, gírias, internets e games em geral será que sobra tempo para discutir ética, moral e cidadania. Nesse mundo regido pela lei dura do capitalismo onde o indivíduo vale pelo que ele tem e não pelo que ele é fica praticamente banida qualquer discussão com maior profundidade ideológica ou filosófica. Afinal de contas, para essa geração que é a esperança num futuro melhor, qual é o valor que as idéias podem ter?
E você leitor, tem alguma idéia que queira discutir?
Espero respostas para voltarmos a esse assunto.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Projeto Centro de Memória da Região dos Lagos
A Universidade Veiga de Almeida, por meio de seu curso de licenciatura em História, está desenvolvendo um projeto de pesquisas de fontes primárias em prol da memória da Região dos Lagos.
Segundo o professor Ms. Luiz Guilherme Scaldaferri Moreira o objetivo do projeto é fomentar a produção histórica e possibilitar aos alunos acompanhar e se tornar autor de obras históricas.
Os interessados devem comparecer à Universidade no dia 26 deste mês às 17 horas e 30 minutos para uma reunião com o professor que irá esclarecer os principais pontos do projeto.
Todos os interessados poderão participar e são muito bem vindos.
Coluna do João Gilberto
QUEREMOS SIM!
Atuo no curso de história da Veiga Cabo Frio desde 2002. É bastante tempo, embora eu não tenha me dado conta até agora. Metodologia da História, Historiografia Brasileira, Tendências Historiográficas, História Moderna, Monografia, Metodologia Científica, Eletivas, Tópicos e... Ufa! Ensinei, aprendi, troquei, multipliquei: conhecimentos, afetos e informações. Antigos alunos hoje são profissionais e pesquisadores; alguns formaram lares e outros eu não sei por onde andam. Fiz amizade com gente de altíssimo nível intelectual, que me propiciaram memoráveis almoços e jantares. Havia sempre o jeito nervoso da Ângela, o ar bonachão do Walter, enigmático do Paulo Roberto e o sacana, do Léo; o professor Chicão e sua metralhadora giratória, a quem eu já chamei de doutor rock. Coragem, dizia e ainda diz o professor Guaral. Ao redor de eventos, passeios, brincadeiras, leituras e sonhos, meu sonhos, alguns dos quais se tornaram realidade, assim o tempo passou e se transformou em memória.
Agora, novos tempos. Novos professores e alunos. E o coordenador é o professor Guaral. Em meio às dificuldades, a luta pelo curso mobiliza e une corpo docente e discente, pois não se trata tão somente de uma formação como outra qualquer. Aprendi ao longo desses anos que aquele que se propõe a estudar história é especial. Não apenas estuda, faz história. É alguém que busca entender o mundo e a realidade em que vive. Não quer apenas, e ainda que isso seja importante – ele não quer uma simples profissão. Historiadores precisam saciar uma curiosidade especial, que vem da alma. Parece metafísico – admito que seja. “A gente não quer só comida / A gente quer comida Diversão e arte / A gente não quer só comida / A gente quer saída / Para qualquer parte...” A gente quer, enfim, história.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Coluna do Guilherme Guaral
Nada será como antes
Cabo Frio vem passando por um intenso processo de transformação. A parte de estruturação e desenvolvimento urbanístico, com dezenas de ruas pavimentadas, praças reformadas e bairros novos. Aquele que não visita nossa terra há mais de 10 anos, com certeza levará um susto e a surpresa será imediata. Temos uma linda cidade para usufruir e acolher os turistas que a escolhem como seu destino de lazer.
A imprensa da cidade também cresceu a olhos vistos. Os jornais proliferam, as rádios se consolidam, os blogs surgem e se vão e num fenômeno surpreendente temos diversas emissoras locais. Essas Tvs conseguem atrair a atenção dos telespectadores locais que desejam se ver e ver seus amigos, parentes e conhecidos. Aparecer nos canais locais é um passo para a “fama”. Pelo menos em Cabo Frio. Posso verificar esse fenômeno, pois desde 2003 apresento programas e agora comandando o projeto de uma novela na Jovem Tv. A repercussão é sempre interessante e espontânea.
Um ponto, porém, que vislumbro como o grande diferencial nesse processo de transformação da cidade é a instalação das Universidades Veiga de Almeida e Estácio e a revitalização da Ferlagos, assim como novas instituições de pós-graduação, formando assim um polo universitário que faz circular em nosso município cerca de dez mil estudantes de nível superior, vindos de todas as cidades da Região dos Lagos.
Os saberes já instituídos e os que estão em processo de instituição geram uma massa crítica, pensante, que busca autonomia e se torna capaz de resolver as situações-problema com maior grau de eficácia. A Universidade estimula o desenvolvimento das capacidades intelectuais e suas habilidades específicas criando condições para que o indivíduo possa entrar no mercado de trabalho, no segmento que ele escolheu, de maneira plena, apto a dar conta dos desafios que se apresentam nos diversos setores do mundo do trabalho.
Com experiência em duas instituições de Nível Superior na cidade, observo in loco o processo de transformação dos indivíduos. Desde quando esse aluno entra na Faculdade até sua formatura, um mundo novo se abre na vida de cada um deles. Eu costumo dizer que depois de entrar na Faculdade “Nada será como antes”, como diz a música dos mineiros do Clube da Esquina. Cada nova idéia, novos conceitos, discussões e verdades sendo colocadas em debate, são provas incontestes que o impacto produzido em cada aluno é enorme. Os assuntos discutidos em sala de aula transbordam os muros das Universidades e chegam até as casas, o local de trabalho os espaços de lazer, os clubes esportivos e nos bailes dançantes dos finais de semana.
Por conta desses “abalos sísmicos” nas estruturas vigentes alguns alunos sofrem com a implicância de parentes próximos ou distantes e de amigos ou colegas de trabalho que tentam, muitas vezes, desmerecer seus esforços, revelando suas posições e preconceitos que servem de discurso contra a universidade: “Ter estudo no nível superior não é tão importante assim!”, “Depois que você começou a fazer faculdade se tornou um chato, metido e agora só fala difícil.”
Esses comentários partem de todos os lados até mesmo de dentro de casa, quando uma discussão acontece, alguns maridos, filhos, namorados, esposas, namoradas soltam essas farpas.
Coragem!!! Sigam em frente! Convidem esses que reclamam a tentar também entrar no Nível Superior. Tudo ficará melhor, pois todos comungarão com as atividades de pesquisa, leitura, terão interesse por programas mais educativos e que tratem a arte como bem cultural e não lixo industrial. Assistirão palestras, congressos, navegarão pela Internet e passarão a discutir o mundo, a economia, as questões políticas e sociais de outra maneira. Até mesmo a cerveja, o futebol, o churrasco, o salão de cabeleireiro, as “liquidações da Casa e Vídeo” tomarão outra conotação e passarão a ser analisados sob um viés sociológico, histórico, filosófico ou antropológico. O mesmo se dará com os programas de televisão, as novelas, os telejornais, as músicas de massa (pagodes, axés, sertanejos e afins) serão escutados de outra forma. Essa nova forma de enxergar o mundo, o homem, o país, não será só pelo foco da negatividade. Existirá espaço para compreensão e até valorização do que muitas vezes julgávamos completamente sem importância.
Tudo que aqui está esboçado têm muito a ver com o texto “Alegoria da Caverna” de Platão. Vale a pena ler e perceber como vivemos muitas vezes dentro das cavernas enxergando a vida através das sombras e que quando se cria coragem para abandonar a caverna e ver a vida como ela é tudo se modifica. Quando temos a coragem de abandonar a mediocridade da sociedade e transpor os limites da ignorância, do misticismo e dos preconceitos ganhamos uma vida nova, uma alma nova e assim podemos transformar o mundo. Aqueles que optarem por permanecer na caverna, na maioria das vezes, preferirão continuar enxergando a vida através das sombras e vai achar que a luz do sol, a claridade, as cores do mundo te fizeram mal. O que fazer? Voltar para a caverna? Arrastar o companheiro, a companheira para fora da caverna? Abandonar a mediocridade dentro da caverna? Você é soberano nas suas decisões e viva o livre arbítrio. Só uma coisa para encerrar: Depois que você começou o seu curso na Faculdade sua vida já é outra, afinal de contas “Nada será como antes”.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
PROGRAMAÇÃO CINE HISTÓRIA
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
VIII Congresso de História da Região dos Lagos
Programação completa
Quarta – feira 22/09
Manhã
Credenciamento - 8:00 – 9:00h
Solenidade de Abertura do Congresso e Cofee-break - 9:00 – 9:30 h
Mesa 1 - 9:30h – 12:30h
Política Educacional na Região dos Lagos
Representantes das Secretarias de Educação e da Coordenadoria das Baixadas Litorâneas I e II (Cabo Frio, Arraial do Cabo, Armação de Búzios, São Pedro, Iguaba Grande, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras e Araruama)
Tarde
Mesa 2 - Apresentação de Trabalhos - 14:00 – 17:00
Ms. Marcello José Gomes Loureiro – (UFRJ) O Estado monárquico português no pós-Restauração (1640): estrutura administrativa e governabiblidade.
Ms. Lívia Nascimento Monteiro (UFRJ) - Olhares cristãos na cosmologia Guarani nos relatos de jesuítas e viajantes - séculos XVI a XVIII
Ms. Suellen Mayara Péres de Oliveira (UFRJ) - Da busca pela origem à coleção ultramarina: o curioso roteiro de pesquisa dos rioplatenses na Real Biblioteca da Corte do Rio de Janeiro (1842-1846)
Maria Helena Domingos (UFRJ) - José Carlos Mariátegui e a criação do socialismo na América (1926-1930)
Noite
Mesa 3 – 18:30 – 22:00 h
O Livro Didático, a Nova História Crítica e o ensino de História nas salas de aula.
Prof. Ms. Eduardo Maluf (UVA) – Perspectivas do Ensino de História no 3º milênio
Prof. Ps. Ângela Navarro Ferreira "O ensino de História e suas novas abordagens: trabalhando com a implementação das leis 10.639/03 e 11.645/08"
Prof. Ps. Cleber William Andrade de Menezes – O Quadro, o violão e a sala de aula, a História em paródias
Prof. Ms. Guilherme José Motta Faria (doutorando UFF) A subjetividade da verdade e a utilização dos Livros didáticos nas salas de aula.
Quinta-feira 23/09
Manhã
Mesa 3 – Projetos de Pesquisa: As possibilidades da História - 9:00 – 13:00 h
Prof. Ms. João Gilberto da Silva Carvalho - doutorando em psicologia social – UFRJ e Prof. Ms. Verônica de Jesus Gomes - mestre em história – UFF - Dimensões Luso-Brasileiras: os marginalizados da História
Prof. Ms.Luiz Guilherme Scaldaferri Moreira - "A Nova História Militar, o diálogo com a História Social e o Império Português"
Prof. Ms. Vanessa de Oliveira Brunow - "As Organizações Não Governamentais e o conceito de sociedade civil: um estudo sobre o CERIS (Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais) na década de 1980".
Prof. Ms. Fabio Frizzo - Dominação, Economia e Representações Sociais no Império Egípcio da XVIIIa. Dinastia".
Tarde
Palestra musicada: 14:00 – 15:00 h
A História da História do Apanhei-te Cavaquinho – Cabo Frio
Maestro Ângelo Budega
Cinema e História 15:00 h
“PT – Uma estrela para quem quiser enxergar” de Célio Pimentel
“Memórias do Cativeiro” de Martha Abreu e Hebe Mattos
Cultura e Cidadania 16:30 h – 18:00h
Roda de Jongo; Apresentação de Grupos folclóricos, Oficina de Cavaquinho, Feira de Artesanato.
Profª Dra. Martha Campos Abreu (UFF) - Música negra, Memória e Poesia
Profª Dra. Marilene Rosa Nogueira da Silva (UERJ) – Relações de Poder: História de Gênero
Profª Dra. Maria Celi Chaves Vasconcelos (PUC) - A Importância da Pesquisas na História da Educação - Diálogos na Produção Educacional.
Sexta-feira 24/09
Manhã
Prof Dr. Ciro Flamarion Cardoso (UFF) - A História-disciplina: atividades e definições
Prof. Dr. Silvana Cristina Bandoli Vargas (Coordenadora de História da Rede Colégio Pedro II) -
Tarde
Prof. Ps. Janderson Bax Carneiro - O Carnaval carioca na ideologia popular
(Especialista em História do Brasil pela Candido Mendes e mestrando
Prof. Ps. Rafael Peçanha de Moura - "O enigma de Lévi-Strauss – diálogos entre Antropologia e História"
Prof. Ps. Jonatas Carlos de Carvalho – Fragmentos Filosóficos
Prof. Ms. Margareth Silva Rodrigues Alves – A Casa da Roda de Cabo Frio - Charitas
Prof. Dr. Antonio Carlos Jucá de Sampaio (UFRJ) "Novas tendências e debates na historiografia do período colonial".
Prof. Dr. Everardo Paiva de Andrade (UFF) - "Qual História a da Escola?"
Prof. Ms. Thiago Cavalieri (UERJ) - Populismo e Trabalhismo no Brasil: uma análise a partir da experiência pioneira de Pedro Ernesto na prefeitura do Rio de Janeiro no contexto dos anos 1930.
Festa de Encerramento - 21:30
Jantar de Confraternização com Música ao vivo
terça-feira, 31 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Texto do folclorista Ricardo do Carmo sobre Patrimônio Imaterial
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Encerramento do Curso de Extensão :Patrimônio Material, Imaterial e Natural da Região dos Lagos
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Calendário da defesa de monografia UVA
AGENDA PARA DEFESA DE MONOGRAFIA - HISTÓRIA 2010.1
ATENÇÃO: Entregar três vias da Monografia impressa e uma via gravada em 1 CD no dia da apresentação
06 e 07 de Julho- 18:30h/ 22:30h - Auditório Principal
MATRICULA NOME TEMA DO TRABALHO ORIENTADOR BANCA 1 BANCA 2 DATA
20091102873 Marina Almeida Bitencourt Casemiro de Abreu: Cidade, Cidadão e Poeta Guilherme Guaral João Henrique Fabio Frizzo 5/7/2010
20071170081 Sabrinna Lima dos Santos Movimento Tropicalista na Cultura Brasileira Guilherme Guaral João Gilberto Fabio Frizzo 5/7/2010
20061170100 Flavia Veríssimo A invenção de Lampião João Gilberto Guilherme Guaral João Henrique 5/7/2010
20062170376 Soraya da Costa Coelho O Branqueamento do Terreiro: Umbanda João Gilberto Guilherme Guaral João Henrique 5/7/2010
20072170174 Paulo Gonzales da Rocha A História da Educação 1980 - 1990 Guilherme Guaral João Gilberto João Henrique 5/7/2010
20061171409 Jorge Ferreira S. Filho A Música sob Censura Guilherme Guaral Fabio Frizzo João Henrique 5/7/2010
20071170413 Bruno Zanon da Silva Bushido: O Código de Etica Japonês Fabio Frizzo João Gilberto João Henrique 5/7/2010
20071170090 Marihá Simas de A. Santos Movimento Estudantil em 1968 João Gilberto Guilherme Guaral Fabio Frizzo 5/7/2010
20061171158 Samuelle Neves Gomes O Apostolado Positivista do Brasil João Gilberto Fabio Frizzo João Henrique 5/7/2010
20071170049 Shalana S. Moreira Favelas: Do Cenário Bucólico a Violência do Tráfico Guilherme Guaral João Henrique João Gilberto 5/7/2010
20021173273 Aeridam da S. Rodrigues Escravidão Urbana e Resistência Paulo Roberto Vanessa Guilherme Guaral 6/7/2010
20071170510 Neiva Sobrinho da Silva Mecanização da Produção colonial Açucareira Paulo Roberto Vanessa Fabio Frizzo 6/7/2010
20061171131 Jeferson Nascimento Viana A Participação dos Escravos na Guerra do Paraguai Paulo Roberto Vanessa Fabio Frizzo 6/7/2010
20062191055 Carlos Alberto Gama Silva Jr. O Combate dos Soldados de Cristo no Japão Angela Maia Vanessa Fabio Frizzo 6/7/2010
20061170879 Virgínia Oliveira Vidal No tempo do Caça as Bruxas Angela Maia Vanessa Paulo Roberto 6/7/2010
20071170111 Tânia de Souza Leal Inquisição a Ferro e a Fogo Angela Maia Fabio Frizzo Vanessa 6/7/2010
20041270568 Jeanine Ferreira Gonçalves Família Escrava e Parenteses ( Vassouras e Campinas) Paulo Roberto Vanessa Fabio Frizzo 6/7/2010
20071190023 Thalles Augusto Borges A Escravidão Índigena em São Paulo Paulo Roberto Vanessa Angela Maia 6/7/2010
20061170674 Leonardo da Motta Ribeiro Habitações Populares do Rio de Janeiro Paulo Roberto Guilherme Guaral Fabio Frizzo 6/7/2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Aula Passeio - Curso de Extensão 22/05


Algumas imagens da Aula Passeio do Curso de Patrimônio Material, Imaterial e Natural da Região dos Lagos, ocorrida no dia 22/05 sob o comando do professor Rafael Peçanha.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Pós-Graduação em História do Brasil

COMPANHEIROS DE PROFISSÃO






